Tromboembolismo venoso, especialmente o tromboembolismo pulmonar (TEP), é a terceira causa de morte cardiovascular no mundo.
A apresentação clínica pode variar de dispneia (80% dos casos) à parada cardiorrespitória (25-30%).
A gravidade depende da apresentação hemodinâmica. Pacientes hemodinamicamente instáveis têm mortalidade de até 45%. Já os estáveis, com menos de 50 anos e sem outras comorbidades, têm mortalidade < 1%.
☝🏻 Como conduzir o caso?
1) Acesse a probabilidade pré-teste ou clínica de TEP (escores Wells ou Genebra) para o seu doente.
2) De acordo com a probabilidade escolha o teste diagnóstico mais adequado. Exemplo: paciente com alta probabilidade de TEP – exame de escolha para diagnósticlo: angiotomografia de tórax.
3) Qual a gravidade do seu paciente / qual seu risco de morte? Escore PESI (I-V), imagem (ecoTT/angioTc tórax), troponina e NT-proBNP.
4) Tratamento: de acordo com o risco de morte. E aqui está nosso foco do post de hoje.
🫁Classificação de acordo com a gravidade do TEP:
👉🏻TEP maciço: pacientes com instabilidade hemodinâmica, hipotensos com PAS < 90 mmHg ou redução de + 40% da PAS basal.
👉🏻TEP submaciço: ausência de hipotensão e presença de disfunção sistólica do ventrículo direito (avaliado pela ecocardiografia transtorácica) ou outro estresse cardiopulmonary (hipertensão pulmonar por exemplo).
👉🏻TEP de menor gravidade (segmentar / subsegmentar): diferente dos acima.
Você já ouviu falar disso tudo certo? Mas é da utilização de trombólise guiada por cateter com adição de trombólise por ondas de ultrassom?
O @clubedacardio e a @wavesmed mostram pra você que existe essa possibilidade de abordagem.
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